Delta e Gol celebram 5 anos de parceria com mais de 700 mil passageiros transportados

São mais de 500 voos sob acordo de codeshare

São mais de 500 voos sob acordo de codeshare

A Delta Air Lines e a Gol comemoram nesta semana cinco anos de parceria. Neste período, mais de 700 mil passageiros viajaram entre os Estados Unidos e Brasil. Atualmente, são 118 voos sob codeshare com a Delta operados pela Gol e 395 voos de codeshare com a Gol operados pela Delta. A parceria comercial exclusiva de longo prazo começou lá no dia 7 de dezembro de 2011. Como parte do acordo, a Delta investiu US$ 100 milhões, comprou uma participação sem direito a voto de 3% e recebeu uma cadeira no Conselho de Diretores da GOL.

“Há cinco anos, formalizamos nossos planos de longo prazo no mercado brasileiro”, disse Nicolas Ferri, VP da Delta para a América Latina e Caribe. “A Gol é a melhor companhia aérea local e juntas construímos uma forte parceria para criar uma aliança verdadeiramente voltada ao cliente. A dedicação das equipes nos permitiu desenvolver grandes sinergias, grupos de trabalho bem alinhados e prioridades coordenadas, de serviços ao cliente em aeroportos a operações técnicas, incluindo as equipes de financeiro, vendas e marketing”, completou.

Resultado de uma parceria que começou em 2011

Resultado de uma parceria que começou em 2011

Com mais de 500 voos em codeshare juntas, a Delta e a Gol cobrem 99% dos destinos entre os Estados Unidos e o Brasil. “A Delta é mais do que uma parceira de negócios – trocamos experiências e ideias, sempre mantendo os clientes como foco de nossos serviços”, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol. “Oferecemos uma experiência combinada que vai além das expectativas do cliente. Nossa empresa está muito orgulhosa do que construímos juntas e continuaremos trabalhando com a Delta para oferecer ainda mais benefícios a todos os nossos clientes”.

FONTE: m&e – mercado&eventos
(http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/delta-e-gol-celebram-cinco-anos-de-parceria-com-mais-de-700-000-passageiros-transportados/)

Magda: agentes são ”arquitetos e designers” de viagens

Magda Nassar, presidente da Braztoa e vice-presidente de Produtos e Marketing da Agaxtur

Magda Nassar, presidente da Braztoa e vice-presidente de Produtos e Marketing da Agaxtur

Assim como em diversos setores, a tecnologia influencia muitos aspectos do Turismo. De acordo com a presidente da Braztoa e vice-presidente de Produtos e Marketing da Agaxtur, Magda Nassar, as novas ferramentas possibilitaram, entre tantas coisas, uma revolução na distribuição de produtos.

“Os agentes e operadores desse futuro, que já chegou, transformaram-se em consultores, arquitetos e designers que projetam as viagens de seus clientes de acordo com suas preferências pessoais e os grupos aos quais pertencem”, enfatizou Magda.

E, além de destacar a importância de empresas turísticas estarem atentas às mudanças, Magda ainda ressalta a oportunidade de agentes sempre buscarem se renovar a cada dia e buscar conhecimento nas mais diversas áreas do saber, pois, segundo ela, “um bom consultor de viagem e uma operadora de qualidade têm cada vez mais valor, afinal os consumidores querem contar com pessoas que lhes ofereçam um serviço completo, potencializando a qualidade da sua viagem”.

Confira abaixo o artigo de Magda Nassar, e clique aqui para ver o Anuário de Distribuição da PANROTAS:

Oportunidades de renovação

Muitos colegas do Turismo se lembram dos velhos tempos com muito romantismo. Tempos em que os clientes iam às agências de viagens para comprar todo e qualquer serviço, de passagens aéreas a pacotes completos. Para viajar, era necessário carregar uma pasta com muitos papéis com as reservas de cada fornecedor da viagem.

Mas tudo mudou. A tecnologia revolucionou a distribuição de produtos no setor e as empresas estão vendendo serviços turísticos por diversos canais, das lojas físicas aos modernos aplicativos.

Entretanto, o desafio continua. Novos horizontes foram criados e outros muitos virão. Tecnologias que hoje nem conseguimos imaginar serão triviais no nosso dia a dia, mas o profissional de Turismo atual, independentemente de sua posição, precisa se desafiar. É a oportunidade de se renovar a cada dia, pois estamos participando da história. Vivemos tempos empolgantes, de descobertas e ideias inacreditáveis.

Uma das tecnologias com grande potencial é a realidade aumentada. Os vencedores do Hackaton Viagens, competição que fizemos em parceria com a Abav, apostaram nessa novidade como forma de melhorar a interação entre agentes e consumidores. O projeto que eles apresentaram possibilita que qualquer agência tenha, em seu escritório, um sistema que permita ao cliente “viajar” por um destino virtualmente, vivenciando as experiências que poderá encontrar.

O futuro é agora! E os agentes e operadores desse futuro que já chegou se transformaram em consultores, arquitetos e designers que projetam as viagens de seus clientes de acordo com suas preferências pessoais e os grupos aos quais pertencem. Isso significa que é possível criar roteiros que atendam a uma fatia ampla de clientes, já que como seres sociais nos organizamos por grupos de interesses ou nichos.

Os destinos já têm percebido esse novo comportamento é trabalhado cada vez mais forte em torno de roteiros de viagem diversificados, com opções para todos os gostos: viagens urbanas, praias, roteiros de esqui, parques temáticos, eventos culturais, música, gastronomia, ecoturismo, aventuras, esportes e casamentos.

Tantas opções e um número gigantesco de informações, dicas e recomendações na internet e nas redes sociais podem deixar um consumidor confuso ao decidir para onde ir, em qual época e o que fazer de acordo com suas preferências pessoais. É um sintoma do excesso de informação que esse mundo conectado nos proporciona, o que aumenta a necessidade de profissionais especializados que podem orientar seus clientes e direcioná-los a fazer a viagem mais adequada aos seus desejos. Nesse cenário, um bom consultor de viagem e uma operadora de qualidade têm cada vez mais valor, afinal os consumidores querem contar com pessoas que lhes ofereçam um serviço completo, potencializando a qualidade da sua viagem.

FONTE: PANROTAS
(http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/distribuicao/2016/12/magda-agentes-s-atildeo–apos-aposarquitetos-e-designers-apos-apos-de-viagens_142279.html?lista)

Visite os cenários de o Senhor dos Anéis na Nova Zelândia

Matamata, New Zealand - January 28, 2012: The real Middle-Earth at the 1250 acres farmland near Matamata, a small town in the north island of New Zealand. The set has been completely rebuilt for The Hobbit and will remain as it was seen in these films and The Lord of the Rings film trilogy.

Fãs de todo mundo dos livros e dos filmes de “O Senhor dos Anéis” têm o sonho de conhecer a Nova Zelândia. É nesse país que as paisagens da Terra Média imaginadas por J. R. R. Tolkien ganham vida. As filmagens da trilogia e também dos filmes da sequência “O Hobbit”, todos dirigidos pelo neozelandês Peter Jackson, foram feitas em mais de 150 locações na Nova Zelândia. Das suaves colinas verdes de Matamata aos picos gelados de Queenstown, descubra os locais que representam muito bem a Terra Média de Tolkien.

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Na Ilha Norte, a região de Waikato abriga campos e colinas verdes destinados à pecuária de leite. Os arredores da cidade de Matamata, a 160 km de Auckland, serviram para retratar o Condado e a vila dos hobbits. O cenário construído ali foi preservado e hoje é uma atração permanente e bem popular. Existem passeios diários para o “Hobbiton Movie Set”.

Em Wellington, o bosque em torno do Mount Victoria foi usado como as florestas em torno do Condado. Nos arredores da cidade, em Upper Hutt, o Rio Hutt representou o Rio Anduin. Já o Kaitoke Regional Park apareceu nas telonas como Valfenda. A floresta de Waitarere foi usada para algumas cenas de Osgiliath. As formações rochosas de Putangirua Pinnacles, no Parque Florestal Aorangi, representaram a Senda dos Mortos.

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Já na Ilha Sul, o Mount Sunday, na região montanhosa de Canterbury, foi escolhido como o cenário de Edoras. Os arredores da cidade de Twizel apareceram como Gondor e os Campos de Pelennor. Há tours guiados pelo local. Perto de Queenstown, a floresta na estrada Glenorchy-Paradise retratou Lothlórien, e o Rio Arrow, em Arrowtown, apareceu como o Vau do Bruinen. Do cume do Mount Cardrona, a 60 km de Queenstown, tenha uma vista panorâmica da Terra Média.

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No sul do país, perto de Fiordland, o Rio Waiau, entre as cidades de Te Anau e Manapouri, também foi usado como o Rio Anduin. A floresta em torno da estrada Takaro, perto de Te Anau, foi filmada como a Floresta de Fangorn.

Mais informações em: newzealand.com/br
Texto por: Patrícia Chemin
Foto destaque por: iStock / Mawardibahar

FONTE: Qual Viagem
(http://www.qualviagem.com.br/visite-os-cenarios-de-o-senhor-dos-aneis-na-nova-zelandia/)

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Novas estações de metrô de Salvador complementam infraestrutura turística

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A cidade de Salvador deu início, hoje (05/12) às operações das estações de metrô Acesso Norte 2, Detran e Rodoviária. Segundo o secretário do Turismo da Bahia, José Alves, a ativação contribui para melhoria da mobilidade urbana assim como para o Turismo.

“A ativação de mais três estações do metrô representa a aceleração do processo de desenvolvimento que beneficia a atividade turística de forma decisiva”, disse José Alves. “Investimento em infraestrutura é importante para a qualidade de vida da comunidade local e potencializa a atração de turistas”.

Interligadas – As estações Acesso Norte 2, Detran e Rodoviária receberam um investimento total de R$ 510 milhões. O novo trecho possui 2,2 quilômetros e pode ser percorrido em pouco mais de três minutos. Quem utilizar as novas estações da Linha 2 pode migrar para a Linha 1 (Lapa-Pirajá), que possui 12 quilômetros de extensão.

FONTE: m&e – mercado&eventos
(http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/destinos/novas-estacoes-de-metro-de-salvador-complementam-infraestrutura-turistica/)